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Na Herculano a Inovação não pára

23/07/2022

A Herculano nasceu em 1969, numa oficina de pequenas dimensões e dedicando-se ao fabrico de pequenos utensílios agrícolas. Treze anos depois, em 1982, exporta o seu primeiro equipamento. Hoje em dia, é uma referência no mercado francês, onde já é uma das dez marcas de reboques mais vendidas, e está presente em países como a Nova Zelândia, Austrália, Canadá, Suíça, Dinamarca, Bélgica ou Países Baixos.
Trabalhar em realidades tão distintas colocou desafios muito díspares. Para dar resposta às necessidades que foram surgindo, cada vez mais concretas e exigentes, a empresa de Oliveira de Azeméis tem um Departamento de Inovação, constituído por 7 elementos, que é responsável pelo desenvolvimento de vários produtos e tecnologias lançados pela Herculano nos últimos anos. A empresa investe 30% do volume de negócio em I&D.
Daniel Matias, engenheiro mecânico na empresa desde setembro de 1999, é o Diretor do Departamento e dedica-se exclusivamente ao acompanhamento da equipa e gestão dos projetos de melhoria e inovação de produto e acompanhou-nos numa visita ao seu Departamento para nos explicar os projetos em que têm vindo a trabalhar.


Precisão, digitalização, e valorização dos fertilizantes orgânicos
“A agricultura em Portugal vai caminhar no sentido da precisão e da digitalização. Fazermos mais com o mesmo ou até menos. Há também a vertente ambiental a ter que ser tida em conta”. Este foi o contexto inicial traçado por Daniel Matias para enquadrar todo o trabalho que o Departamento pelo qual é responsável tem vindo a realizar.
Assim, as principais inovações introduzidas nos equipamentos têm estado concentradas nos equipamentos dedicados à fertilização orgânica, seguindo a tendência dos mercados do norte e centro da Europa. “Temo-nos focado bastante na área da fertilização orgânica, através do desenvolvimento e apetrechamento das nossas cisternas, espalhadores e localizadores de chorumes. Um dos objetivos da administração da empresa é valorizar o chorume, pois queremos seguir a rota que está traçada no norte e centro da Europa, que é a valorização de subprodutos”.

 

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