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FNA - Um M6 que é tudo menos secreto

20/07/2021

Depois de um ano e meio em que a pandemia revolucionou por completo a nossa vida, a Tractores Ibéricos (TI) não quis voltar a estar ‘escondida’ dos seus clientes, pelo que apostou num stand atrativo e capaz de mobilizar os mais interessados a ver o seu leque de novidades. E se o famoso agente James Bond, de tão secreto que era, trabalhava no MI6, a verdade é que o famoso trator M6 nada tem de secreto e esteve exposto, com os modelos 6122 de 120cv e o 6132 de 130cv: uma máquina completamente desenvolvida e produzida no Japão, evoluída e bem preparada para as necessidades do campo e do agricultor português.

Mas a apresentação da Tractores Ibéricos não ficou por aqui, mostrando uma panóplia interessante de máquinas adaptadas a várias realidades diferentes: a Série EK, de tratores do segmento mais básico, apresentou uma máquina de 26cv, para uma agricultura menos profissional; o novo trator 7003, evolução do 7002, com características mais avançadas; e a nova linha L2, com os novos motores Stage 5, um design apelativo e apresentando ainda regras de emissões mais avançadas.
 

Não vender um produto mas sim uma solução
Com a prioridade de “estabilizar o fabrico e toda a burocracia até o trator chegar aos concessionários e, em último lugar, ao cliente final, porque o problema que existe atualmente com a logística de componentes, peças e transportes está a criar alguma instabilidade nos prazos de entrega dos tratores”, a Tractores Ibéricos tem uma missão: fazer com que este tipo de problemas não seja notado, até porque a pandemia colocou a nu aquilo que a Kubota, marca importada para Portugal pela TI, já sabia há vários anos. “A agricultura é a essência para o futuro da humanidade”, explicou Bruno Pignatelli, gerente da Tractores Ibéricos. Já Paulo Vieira, da equipa comercial, refere que a tecnologia já faz parte do ADN da Kubota há vários anos: “Os agricultores têm cada vez mais recetividade à inovação tecnológica. Quando falamos em determinadas gamas de produto, dos 100cv para cima, já todos querem ter um elevado grau de tecnologia que lhes proporcione menos fadiga e mais conforto, pelo que está a ser bem aceite. A Kubota também desenvolve cada vez mais mecanismos tecnológicos nesse sentido, aliás, a marca diz mesmo que não vende um produto, um trator ou uma alfaia mas sim uma solução.”

“Esperamos que 2022 possa ser um ano normal”

Consciente do desafio que a Tractores Ibéricos e as restantes marcas enfrentam, Paulo Vieira explica que, excetuando o primeiro trimestre de 2022, as expectativas para o próximo ano têm de ser positivas: “O maior desafio deste ano é mesmo a falta de produtos. Temos o stock no zero e muitas dificuldades na entrega, muitíssimos tratores vendidos com um prazo de entrega bastante alargado. Acreditamos e temos as melhores expectativas de que 2022 seja um ano um pouco mais aproximado do standard. Já houve muitos pedidos inicialmente feitos para o fim deste ano que só podem ser entregues em janeiro... esperamos que 2022 já possa ser um ano normal mas a pandemia diz-nos que, pelo menos, o primeiro trimestre não será.”

Projeto de modernização e otimização de serviços e instalações a 3 anos

O apoio à rede de concessionários continua a ser feito com pequenos ajustamentos, tendo sido estreado um novo na região Oeste, o Auto Rodas, mas também no Alentejo há novidades: Samuel Salgado fica agora com grande parte do distrito de Évora (para além do de Beja, onde já trabalhava). Contudo, a grande novidade é outra, segundo Paulo Vieira: “Estamos a avançar já também com um melhoramento a 3 anos, por uma otimização a nível de serviços e de atendimento e modernização de instalações. Esperamos ter em 2024 todos os standards aperfeiçoados ao nível do que podemos oferecer ao cliente final.”

 

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