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Samuel Salgado inaugura filial em Évora

23/12/2021

Porque decidiu abrir este novo espaço?
Tivemos a oportunidade de aumentar a nossa zona de atuação com a marca Kubota e, estando nós sediados em Beja, concluímos que não seria difícil passarmos a trabalhar também Évora. Significa também a possibilidade de trazermos as nossas outras marcas, como por exemplo a Pellenc, para uma zona onde ainda não estavam representadas. Isto já para não falar, claro, de toda a nossa gama de adubos, sementes e agroquímicos. A “nova agricultura”, com os produtos de baixo resíduo, onde apostámos em sete marcas, é também um projeto que queremos desenvolver aqui.

Há quanto tempo planeava expandir-se para lá de Beja?
Sempre tive o pensamento de explorar não só o Baixo, como também o Alto Alentejo. No entanto, existia, e continua a existir, muita dificuldade no que à mão de obra diz respeito. Felizmente, encontrámos a Helena Marcão, uma pessoa com muita experiência na área e que nos pode ajudar neste projeto. Sem pessoas não teria vindo para cá. Além disso, a nossa faturação em Beja tem crescido muito e penso que Évora passará pelo mesmo processo. Este investimento tem por base a crença de que nos próximos anos assistiremos a um crescimento da parte agrícola do distrito de Évora.

Considera ter uma oferta adequada às necessidades dos agricultores desta zona?
A vantagem de ter uma oferta tão abrangente como a nossa é que permite-nos oferecer uma gama mais completa e uma melhor assessoria ao agricultor. Com a reduzida mão de obra existente no setor agrícola, e também nesta zona, a mecanização ganha ainda maior relevância. Na vinha, por exemplo, com as máquinas da Pellenc, pensamos ter uma oferta que encaixará na perfeição nas necessidades dos agricultores do distrito de Évora.

 

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