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Prosperar apesar da instabilidade

16/05/2022

Kuhn Ibérica vê margem de lucro aumentar

Em 2021, a Kuhn colocou mais de 60 mil máquinas no mercado, respondendo, assim, ao período menos bom provocado pela pandemia. Por esse motivo, o ano passado foi positivo para a Kuhn: a empresa de origem francesa registou uma faturação de 1.220 milhões de euros (crescimento de 20% em relação a 2020), tendo o lucro sido de 196 milhões de euros. José Lafuente, diretor-geral da Kuhn Ibérica, comentou os resultados de uma marca que já está presente em 110 países. “Na Kuhn, acreditamos na agricultura e participamos na nobre missão de alimentar o Mundo”, disse, revelando ainda as metas para o futuro e lembrando que “a procura por nova maquinaria em 2021 disparou.” Num relatório a que abolsamia teve acesso, os responsáveis da Kuhn consideraram que “as medidas de preços implementadas para absorver os aumentos maciços nos custos de material e transporte levaram a margem de lucro operacional a aumentar consideravelmente”.

 

Antonio Carraro regozija-se com “crescimento e solidez” do Grupo

A Antonio Carraro obteve um “2021 para recordar”, pese embora as dificuldades que afetaram a cadeia de desenvolvimento global. Com um volume de negócios de 644 milhões de euros (subida de 35% em relação a 2020), o lucro fixou-se nos 55,2 milhões de euros, o que representa 8,6% do volume de negócios e um crescimento de 69,4% em relação a 2020 (lucro de 32,6M€). A análise feita pela empresa é positiva ainda que exista a preocupação sobre os efeitos da Guerra na Ucrânia, nomeadamente o custo das matérias-primas e energia. “É um crescimento importante que prova a solidez do nosso Grupo e dos nossos mercados de referência. Nestes dois anos, ampliámos o relacionamento com clientes, entrando em novas áreas de trabalho. E 2021 confirmou o crescimento de lucros: mais de 69% em relação a 2020 e mais de 19% em relação a 2019”, disse Enrico Carraro, presidente do Grupo, acrescentando: “Estes dados são ainda mais significativos se tivermos em conta os aumentos dos preços das matérias-primas, a escassez das mesmas e a subida do custo de transportes e energia.”

 

Lemken bate recorde mas conflito na Ucrânia preocupa

“O melhor resultado de sempre.” A Lemken terminou o ano fiscal de 2021 com um volume de vendas situado nos 446 milhões de euros, número que supera os 380 milhões que já haviam sido um recorde em 2019, e revelando um crescimento de 18% em relação aos resultados obtidos em 2020 (365M€). Com o aumento do número de funcionários na empresa para 1.697, o diretor-executivo Anthony van der Ley fez questão de enaltecer o trabalho desenvolvido por todos na empresa. “Estamos muito orgulhosos deste resultado e queremos agradecer a todos os nossos colaboradores pelo excelente trabalho e empenho manifestados”, disse. A exportações aumentaram e os resultados da Steketee, empresa adquirida recentemente, têm sido “bastante positivos”. Quanto ao futuro, a guerra na Ucrânia levanta dúvidas. “Para 2022, a LEMKEN está preocupada com a guerra em curso na Ucrânia, a nível económico, mas sobretudo a nível humano, dado o relacionamento de longa data da empresa com este importante mercado agrícola. Esperamos que este conflito termine o mais rapidamente possível”, pode ler-se no site da Lemken.

 

Krone elogia “feito notável” e agradece aos funcionários

O Grupo Krone faturou 2,2 mil milhões de euros no exercício 2020/2021, tendo assim superado o resultado de 1,9 mil milhões do exercício anterior. A fabricante alemã de máquinas agrícolas e comerciais obteve 95,9 milhões de lucros (antes de impostos) e a liquidez da empresa aumentou de 132,1 milhões de euros para 337 milhões de euros. “Considerando a pandemia e as incertezas que a acompanham, a nossa faturação de 2,2 mil milhões de euros é um feito notável. O meu agradecimento especial às equipas da Krone pela conduta flexível e disciplinada, mostrando uma lealdade extraordinária à empresa em tempos de pandemia. Esta dedicação reforçou a nossa posição de fabricante inovador e consolidou a nossa participação em ambas as áreas de negócios [Divisão de Máquinas Agrícolas e Divisão de Veículos Comerciais]”, explicou Bernard Krone, Presidente do Conselho de Supervisão da Krone. A Divisão de Máquinas Agrícolas da Krone reportou um aumento de 11,1% nas vendas em 2020/21, arrecadando 813,5 milhões de euros.

 

Daedong aumenta as vendas apesar da crise

Em 2021, o Grupo Daedong, “apesar do aumento dos custos de matéria-prima, crise nos tempos de entrega e escassez de semicondutores, cumpriu os prazos de fornecimento nos principais mercados, como a América do Norte e a Europa, onde registou, respetivamente, um aumento nas vendas de tratores de 39% e 55%”, pode ler-se no site do Grupo sul-coreano. A nível global, a Daedong, que tem sede na Coreia do Sul e integra uma Divisão de Motores a diesel e uma panóplia de equipamentos como colhedoras, semeadores, transplantadores de arroz, máquinas de forragem, veículos todo-o-terreno e possui ainda a Divisão de Tratores Kioti (nome comercial dado aos tratores Daedong nos Estados Unidos e noutros mercados) apresentou, em 2021, resultados de 883 biliões de euros em vendas (+32% em relação a 2020), com um lucro de 27,7 mil milhões de euros (+12% em relação a 2020).

 

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