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Os Antonio Carraro encontraram um lugar num Alentejo em mudança

11/06/2019

No Alentejo, a coisa agrícola mudou. As culturas, as máquinas, as cores do cenário, é quase tudo diferente. Primeiro, pela cor, de um verde que a chegada de mais água ajudou a tingir, depois pelas incontáveis fileiras que se perfilam no horizonte. De uvas e azeitonas. Na Vidigueira não há que enganar, reina o vinho. E para ele têm sido chamados os italianos, também eles especialistas de boa “pinga”, da Antonio Carraro, fabricante de tratores compactos com mais de 100 anos de história que andam de mãos dadas com os bejenses Irmãos Luzias.

“Temos uma gama de tratores de 25 a 98cv e o que aqui mostramos é a gama de topo, em todas as versões, com transmissões mecânica e híbrida mecânica-hidrostática, para todos os gostos e funções.” explicam os representantes da marca.

Uma das demonstrações na Vidigueira foi realizada com o TGF, cuja altura ao solo, com cabine, é de apenas 1,75 metros. Vocacionado para culturas arvenses de maior copa, passa também melhor em vinhas cobertas. No norte, é usual ser utilizado nas culturas de kiwi. Na herdade alentejana rebocou um pulverizador Rocha de 3000 litros, com unidade atomizadora. e em declive acentuado o motor não fraquejou. Impressionou, também, pela capacidade de viragem.

Já o modelo TRG operou com uma destroçadora ecológica interfilar, com comando por joystick para regulação de velocidade, deslocação lateral e grau de inclinação ao solo. O triturador de martelos é outra das alfaias mais usuais para este tipo de trator, mais largo e que oferece maior estabilidade na operação.

Estava guardado para o fim o desfilar das potencialidade do topo de gama, o Tony TR, o modelo mais evoluído da Antonio Carraro, produzido a pensar no agricultor que procura mais hidráulica, que trabalha mais horas e que procura grande fiabilidade. “É como um carro automático”, exemplificou Josep Ventura. “O regime de motor é independente da velocidade das rodas. Significa que podemos ter o máximo de rotação na TDF, mas apenas um avanço de 0,1 km/h [100 metros/h]. Podemos trabalhar com um destroçador a 100 m/h e até aos 40 km/h. Uma coisa é a TDF, outra coisa é o avanço. Com um seletor de controlo de binário, quando temos uma tarefa que vai absorver muita potência na TDF, tal dispositivo [Intelifix] tira alguma velocidade de avanço, repondo-a quando essa exigência de binário é menor. É um sistema completamente automático, o que em termos de produtividade é um passo em frente muito importante”, explicou o responsável da marca.

Um gestor automático de controlo para quatro gamas de velocidade permite a memorização de três velocidades de operação, dispensando o acelerador, pois o motor vai manter o regime eleito. “E quando falamos de transmissões híbridas vemos as diferenças do que pode fazer o trator com um inversor robotizado. Quando invertemos a marcha ao Tony ele pára, pois a transmissão contraria e compensa a tendência e a inércia do trator. Isto é muito importante em trabalho em terreno acidentado. Podemos seguir a 40 km/h e se pedirmos inversão ao trator o grupo hidrostático vai travar o trator e fará a inversão.

Pontos-chave da gama ERGIT R

1. Motor à dianteira, que faz de contrapeso. Com centro de gravidade baixo, o chassis integral oscilante ACTIO equilibra as cargas sobre os eixos: 60% de peso à frente, 40% atrás. Com a alfaia engatada fica compensado, na medida de 50/50.
2. Distância entre eixos mais curta, o que beneficia a brecagem do trator.
3. Os AC trabalham sempre 4x4. Com 60% do peso à frente a tração é suficientemente considerável.
4. A altura ao solo, em toda a gama, é elevada. Sendo um trator muito compacto, o eixo dianteiro está à altura do chassis integrado no mesmo. A distância ao solo é a mesma até à traseira.
5. Torreta do posto de condução reversível em menos de 15s.
6. Opcional Cabine pressurizada e certificada com a categoria 4.

Para consultar mais informações aceda aqui

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