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Adaptados ao presente e de olhos postos no futuro

15/11/2021

Após cerca de ano e meio de pandemia, em que muitos dos setores estiveram suspensos, que balanço faz dos primeiros nove meses do ano?
Foi uma época difícil para todos, felizmente não tão má como a última crise económica.. Ter a equipa de vendas em casa, impedidos de circular livremente pelo país, foi particularmente desafiante. Este ano a situação já começa a normalizar e vemos o mercado a regressar aos níveis pré-pandemia. Mesmo assim, temos que nos acautelar para o caso
da situação voltar a piorar.

Existe uma grande vontade das empresas e dos consumidores em voltarem a este tipo de eventos onde as marcas podem mostrar as novidades e os produtos que mais procura têm junto dos agricultores. Quais os equipamentos que trazem como novidade para dar resposta a essa procura?

Temos várias marcas bem conhecidas junto dos agricultores, como por exemplo a Monosem, Rauch, APV ou Fedele, cada uma delas adaptadas às necessidades dos agricultores portugueses.
No caso da Monosem destacamos os semeadores totalmente elétricos, equipados com sistemas de orientação por satélite que permitem otimizar a sementeira, de forma a potenciar o rendimento final bem como reduzir custos, ao evitar o gasto desnecessário de sementes ou adubo.
Temos várias marcas a apostar em serviços IoT, como por exemplo a Berti ou a APV, por forma a otimizar o uso dos seus equipamentos.

As inovações tecnológicas nas máquinas agrícolas, aportando maior agilidade, autonomia, conectividade e integração aos processos produtivos e de gestão, dando mais confiança ao empresário nas tomadas de decisões, são hoje uma realidade. Qual a receptividade dos agricultores portugueses? 
De uma forma geral, estão recetivos mas é preciso ter em conta que esta vai ser uma mudança que vai levar alguns anos até estar totalmente “entranhada” na nossa agricultura. Todos os agricultores querem aumentar a produtividade e reduzir custos, mas ao mesmo tempo não estão em posição de assumir gastos com as novas tecnologias, que ainda têm um valor de aquisição bem mais alto que as máquinas “tradicionais”. Felizmente já conseguimos demonstrar a vários agricultores que o custo inicial vai ser recuperado a médio prazo graças aos benefícios de toda a tecnologia que é utilizada na agricultura moderna.

Em Agosto foi anunciado o final do contrato entre a Varziagro e a Pöttinger. Quer comentar?
Ao fim de quase 40 anos de parceria, com bons resultados para ambas as empresas, a Pöttinger decidiu optar por um caminho diferente. Resta-nos respeitar essa decisão, sabendo que demos o nosso melhor ao longo de todos estes anos para dignificar e fazer crescer a marca em Portugal graças ao acompanhamento técnico e comercial dado aos nossos concessionários, assim como um serviço de pós-venda elogiado por várias pessoas.

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