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Mercado das máquinas agrícolas começa 2026 com o pé direito

05/02/2026

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Segundo os dados divulgados pela ACAP - Associação Automóvel de Portugal, com base nos registos coligidos pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMT), o primeiro mês de 2026 trouxe sinais positivos de uma há muito desejada retoma no mercado dos tratores novos. Mais concretamente, com um total de 365 matrículas novas a representarem uma subida de 6,1% face ao mês homólogo de 2025.

Distribuídos pelas várias categorias, os números de janeiro mostram que o crescimento foi conseguido, principalmente, graças à procura de tratores convencionais (154 unidades, +36,3%), com os especiais a darem, igualmente e graças às 72 matrículas feitas (+28,6%), o seu contributo.

Inesperada nesta tendência de subida foi, no entanto, a queda de mais de 20% (20,6%) na procura por compactos, tradicionalmente um segmento-charneira no nosso mercado, mas que, em janeiro, não fez mais do 132 matrículas novas.

Reboques mantêm crescimento

Passando aos reboques agrícolas, a continuação de uma tendência de subida na procura que já vinha de 2025. E isto, mesmo com uma escorregadela no crescimento, no fecho do último ano.

Contudo e com o início de 2026, o regresso do aumento no número de matrículas novas, agora, com um total de 154 reboques novos registados, e que são sinónimo de uma subida de 11,6% face ao primeiro mês de 2025.

Quadriciclos sobem, empilhadores descem

Igualmente com um início de ano promissor, surgem os quadriciclos, mais concretamente ATV’s e UTV’s, com um crescimento conjunto de 23,8% (260 unidades) face ao mês homólogo de 2025. Aqui, impulsionado, principalmente, pelos ATV´s, com um total de 182 matrículas novas (+18,2%), enquanto os UTV’s, fizeram um total de 78 matrículas, uma subida de 39,3% face a janeiro do ano transacto,

Única categoria a divergir neste início de ano em crescendo, os empilhadores telescópicos da categoria europeia T, que fecharam janeiro de 2026 com uma queda de 33,3% face ao mês homólogo de 2025. E isto, depois de terem fechado 2025 com um ganho (ligeiro) de 1,8%.

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