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Quem não tem pé não dá coice

13/03/2024

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Quem não tem pé não dá coice

Existem quatro Fendt 1000 em Portugal, todos vendidos pela Agrimagos, concessionário da marca para o distrito de Santarém. Assim, ninguém melhor do que Paulo Moreira, gerente da empresa, para nos explicar porque precisa da Herdade Quinta do Manique deste trator.

Porquê o 1050? “Este agricultor faz cerca de 1000 hectares, sendo mais de 50% dedicados ao tomate. Na cultura do tomate costuma-se dizer que “quem não tem pé não dá coice”, porque se tem de fazer muita terra em pouco tempo, devido às curtas janelas de oportunidade para entrar no terreno. Com dois Fendt 1000, conseguirá fazer muita terra em pouco tempo. São pouco mais de 100 cv de potência que tem a mais face ao Fendt 900 mas que fazem toda a diferença neste contexto. Fará todas as operações de mobilização, os chamados ‘serviços de ataque’ (charruar, gradar, rototerra) e o transporte das galeras dentro do terreno (onde os camiões não chegam)”, explicou.

João Lopes, gerente da Forte, empresa do Grupo Auto-Industrial que representa a Fendt em Portugal, aprofundou os pontos fortes deste modelo. “Este trator é mais polivalente do que os tratores do segmento dos 500 cv, articulados ou de rastos, pelo que facilmente faz muito mais horas, tornando-se assim um investimento mais rentável. Ao contrário dos outros, devido às suas dimensões, pode circular em estrada. Acaba por ser um 500 cv compacto, que atinge os 60 km/h e, por isso, bastante útil para transporte com reboques de grandes dimensões. É um trator de grande potência que se enquadra no sistema convencional”, explicou.

Fendt 1000
Apresentada na Agritechnica 2015, a Série 1000 da Fendt é composta por quatro modelos: o 1038, de 396 cv, o 1042, de 435, o 1046, de 476, e o 1050, com 517 cv de potência.

 

Motor
Equipado com motor MAN de seis cilindros, de 12,4 litros, o modelo mais potente da gama, o 1050, debita 517 cv potência. Um dos pontos mais interessantes deste trator é o conceito Fendt iD de baixo regime, que lhe permite atingir o binário máximo de 2.400 Nm a 1.100 rpm, e a velocidade máxima de 60 km/h é às 1.450 rpm, conseguindo assim consumos mais baixos. O pós-tratamento dos gases de escape resulta de uma combinação da tecnologia SCR, filtro de partículas diesel e catalisador de oxidação diesel. Outro ponto forte é o sistema de ventoinha reversível para limpeza do radiador e outro para limpeza do filtro de ar. A marca passa a disponibilizar como opção para os 900 e 1000 Vario um filtro de ar que inclui um depósito de ar comprimido. Este sistema permite soprar o filtro, de modo manual ou automático, durante o trabalho. Com este sistema, o filtro de ar tem um ciclo de vida previsto de dois anos.

Transmissão
A VarioDrive que equipa o 1000 desde o seu lançamento, em 2015, foi desenvolvida para explorar a potência do motor em qualquer situação, mantendo baixos regimes, independentemente das condições do solo. O sistema controla ambos os eixos de forma independente um do outro. “É como se o trator tivesse duas caixas de velocidades, uma para o eixo dianteiro e outra para o eixo traseiro, funcionando sempre em automático em função do esforço”, explicou João Lopes. As transmissões tradicionais às quatro rodas têm, por regra, uma relação de binário -ler-mais-

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