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Três novos modelos da Série-E fizeram a sua estreia mundial na Elmia Wood: o grande processador John Deere 1910E de 19 toneladas, e os auto-carregadores 810E e 1010E.
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  • Três novos modelos da Série-E fizeram a sua estreia mundial na Elmia Wood: o grande processador John Deere 1910E de 19 toneladas, e os auto-carregadores 810E e 1010E.
  • A John Deere está a utilizar o mesmo conceito de cabina em todas as máquinas, para facilitarem a adaptação do operador quando tem que trabalhar com máquinas diferentes.
27-07-2009

John Deere: Três novas máquinas com uma cabina revolucionária
Fonte: Elmia Wood


Três novas máquinas com uma cabina revolucionária fizeram a estreia na Elmia Wood. “Será também a primeira vez que os dez modelos da nova Série E (seis auto-carregadores e quatro processadores) estarão simultaneamente em exposição” disse Arne Bergmann, director de marketing e vendas da John Deere Construction & Forestry para a Europa e a Rússia.

Três novos modelos da Série-E fizeram a sua estreia mundial na Elmia Wood: o grande processador John Deere 1910E de 19 toneladas, e os auto-carregadores 810E e 1010E.
Quanto às características da Série-E (já publicadas em edição anterior da Revista abolsamia) a qual, segundo Arne, representa um projecto inteiramente novo, destaca-se a nova cabina auto-nivelante que oscila com a lança que oferece um substancial maior conforto fora de estrada. Soluções similares existem já em processadores mas esta é, segundo a marca, a primeira vez que um auto-carregador equipa com uma cabina deste tipo.
A John Deere está a utilizar o mesmo conceito de cabina em todas as máquinas, para facilitarem a adaptação do operador quando tem que trabalhar com máquinas diferentes.
Estas novas máquinas dispõem de novos sistemas de controlo e medição que, neste caso, são diferentes de máquina para máquina por forma a conseguirem optimizar as diferentes operações, embora sejam de fácil utilização. O sistema único TimberLink para a análise do desempenho e da condição das máquinas, permite ao utilizador optimizar os parâmetros da máquina para uma eficiência máxima da mesma, minimizando ao mesmo tempo o consumo de combustível em termos de litro por metro cúbico de madeira produzida.

A Série-E marca, para a John Deere, o fim de uma era em que as máquinas florestais eram construídas a partir da combinação de componentes produzidos por vários fabricantes. Nesta nova série tudo foi concebido para funcionar como um todo. Entre as razões que contribuíram para este patamar de desenvolvimento estão as novas exigências em termos de emissões, bem como no que se refere a baixos custos.

“Uma máquina florestal moderna é um sistema de produção que inclui uma organização que preste uma boa assistência”, referiu Arne. “Nós já não somos um mero fornecedor de máquinas – somos um parceiro de negócio durante toda a vida útil da máquina.”
Segundo Arne, para os clientes da marca, era importante que as máquinas fossem mais flexíveis, podendo levar a cabo tanto as operações de desbaste como de abate final. O tamanho já não é sinónimo de melhor qualidade em máquinas para a floresta – actualmente importa que cada cliente tenha uma máquina realmente adaptada às suas necessidades concretas. Razão pela qual a John Deere decidiu desenvolver de raiz dez novos modelos, alguns deles em categorias de dimensão novas no mercado.
Todas as máquinas dispõem de novos chassis e articulações centrais, mais silenciosas e robustas que as dos anteriores modelos, e alguns modelos apresentam também novas gruas e eixos.

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